Jogo CS desde 2014. Entrei achando que ia “testar rapidinho” e, 3.000 horas depois, sigo testando… toda semana. Dá pra sentir que o jogo foi polido ano após ano. Jogo de forma casual, com os amigos, e é aí que mora a graça: risada, clutch improvável e a clássica frase “última do dia” às 01:47. A comunidade é majoritariamente gente boa — com alguns espécimes tóxicos de museu. O Modo Especial tem sido um sopro de ar fresco e rende partidas ótimas, mas ainda rolam bugs e quedas de desempenho em alguns mapas, daquele tipo “meu FPS foi ali comprar pão e não voltou”. Apesar das falhas, CS virou meu momento de prazer e foco. Pesquisas apontam que o CS traz um upgrade real nas funções cognitivas — especialmente na velocidade de tomada de decisão. Veredito: recomendado. Se você curte estratégia, reflexo e caos organizado, “confia” e vem.
“Senhor... o que quer que eu faça? Não posso ouvir o Senhor...” Há silêncio. Só o som distante da guerra. E então, um grito de soldado ferido rompe o ar. Doss entende. É a resposta. “Tudo bem, Senhor. Vou buscar ele.” Enquanto o inferno explode ao redor, ele ora baixinho a cada novo corpo que encontra: “Senhor, ajuda-me a salvar mais um.” “Só mais um, Senhor.” (“Lord, please help me get one more.”) Ele repete isso como um mantra, entre o choro e o esforço físico. Cada vez que termina de descer um homem, ele volta para o campo, mesmo sabendo que pode morrer a qualquer segundo. Doss rasteja, se arrasta, carrega homens maiores que ele nas costas. Em certo momento, ele é atingido por estilhaços, mas continua. Seu corpo fraqueja, mas sua oração se mantém firme: “Só mais um, Senhor.” Quando o dia amanhece, os soldados que estavam lá embaixo percebem os feridos sendo baixados, um por um, pela corda. Ninguém entende como alguém está fazendo aquilo sozinho. Quando finalmente encontram Doss, ele está exausto, desmaiando de cansaço, mas com o semblante sereno. Tinha salvo 75 homens naquela noite. O capitão Glover, que antes zombava da fé dele, o encara em silêncio, e diz: “Eu não entendo como você fez isso, Doss.” E Doss responde com simplicidade e humildade: “Eu só rezei pra Deus me ajudar a salvar mais um.”