Sinceramente, existe muita critica sobre esse tipo de jogo, por seguir a formula Telltale, lançando episódios de tempos em tempos, mas, pra mim, me faz admirar ainda mais a Adhoc Studios por decidir seguir esse tipo de lançamento que mal vemos hoje em dia. Eu sou o tipo de pessoa que gosta de apreciar um jogo com calma, e essa formula só estende a emoção inicial que temos quando queremos jogar algo e estamos esperando lançar, pra mim é perfeito pra esse tipo de jogo. A proposta é muito boa, fiquei receoso por conta de noticias que ouvi sobre a direção que a historia estava indo durante o desenvolvimento, mas quando joguei me surpreendi positivamente com o fim do Episódio 2. Até o momento, o jogo me prendeu narrativamente, e me empolgou para jogar o resto; sinto que minha preocupação foi só paranoia mesmo. Minha única critica ao jogo, são as legendas em português que distorcem muito do roteiro original, pra incluir menções "culturalmente brasileira", porém, diverge muito da mensagem original que está sendo dita, as vezes literalmente mudando o significado de uma frase. Renomear os personagens pra mim também foi um erro, ninguém chama o Batman de "Homem Morcego", e todos estão acostumados com "Superman", sinto que isso deixou a desejar, mas, não tem nada a ver com o desenvolvimento do jogo, continuo a recomendar, porém, na minha opinião o jogo é uma experiencia melhor sendo jogado no idioma original.
[b]ISSO É BATTLEFIELD![/b] [b]Primeiras Impressões:[/b] Joguei o beta e já tinha gostado, mas com algumas ressalvas. Agora, depois de algumas partidas no lançamento, posso dizer com segurança: o game melhorou ainda mais em relação à beta — que já era boa. [b]Desempenho:[/b] o jogo está muito bem otimizado — o que é quase um milagre hoje em dia. Está rodando na minha máquina ainda melhor que na beta. Consigo mais de 190 FPS no low (RTX 5060 + Ryzen 7 5700X3D), excelente para quem usa monitores de alta taxa de atualização. [b]Gameplay:[/b] aqui é onde o jogo realmente brilha. A trocação está muito mais polida — armas com menos recoil visual e um feeling geral muito mais satisfatório. O personagem está mais ágil na troca de armas, ao se abaixar, deitar ou levantar. No geral, a movimentação ficou perfeita: um meio-termo ideal entre o ritmo frenético de Call of Duty e o estilo mais cadenciado dos Battlefields clássicos (BF3, BF4). Resultado? Uma gameplay moderna, fluida e com o DNA da série intacto. Claro, há alguns pontos a melhorar — a interface ainda é confusa em certos momentos, há filas longas, a visibilidade do jogo é ruim, crashes ocasionais, demora absurda para upar, bugs de acessórios e de gameplay, além da mecânica de bloom em tiros de longa distância, que continua frustrante às vezes e cadê o little bird?... Mas são detalhes diante dos acertos, e provavelmente serão corrigidos rapidamente pela DICE, ou será que não? Veremos... No fim das contas, esse é um retorno em grande estilo para a franquia. Em uma era em que tantos lançamentos decepcionam, esse aqui realmente surpreende. E por favor, façam o remaster do Cerco a Xangai! [b]Recomendo. 8.2/10[/b] Review atualizada*