[h1]Depois de tantos erros, esse aqui ta muito bom!!![/h1] [list] [*]Movimentação muito boa, lembra muito o BF4. [*]TTK um pouco demorado d+(Tem que dar muito tiro para matar). [*]Temática perfeita, quase uma continuação do BF4, sem as pirações que existiu no 2042. [*]Cheio de mapa ótimo e a comunidade pode criar novos mapas. [*]Veículos bem balanceados. [*]Falta alguns/mais mapas oficiais. [*]Ausência de kits para hospedar um servidor dedicado. [/list] Não vou dizer que os números mostram que esse jogo é um sucesso, pq atualmente todo jogo acaba tendo um hype e depois vai "morrendo". Mas eu joguei muito o BF3 e o BF4 e te falo que esse jogo está fantástico. Se os devs não fizeram nada muito absurdo esse jogo tem tudo para ser um sucesso por muito tempo, como os BF3/4 são. As armas pelo menos por enquanto estão bem balanceadas, os veículos eu diria que também estão. Os mapas são ótimos, mas acho que falta mais mapas no geral, chega uma hora que fica repetitivo. O sistema de criação de servidor privado não é 100% útil, pois não existe uma maneira simples e fácil de criar um servidor privado/dedicado, dessa maneira você as vezes é obrigado a jogar em servidores que os mapas acabam sendo muito repetitivos, ou você é obrigado a jogar em um mapa que não te agrada muito. Um servidor privado, com uma configuração pre-estabelecida resolveria esse problema. Se você já jogou BF antes, tenho certeza que vai amar esse jogo. FLP
Há jogos que a gente joga. E há jogos que nos marcam para sempre. Battlefield sempre foi esse segundo tipo pra mim. Não era apenas um jogo de guerra — era um lugar onde eu e meu filho, o Leo, nos encontrávamos. Ele era o “Mighty”, o parceiro que sempre me chamava pra mais uma partida, o garoto que ria quando eu errava o tiro, e vibrava quando a gente vencia uma rodada apertada. Ali, entre explosões e risadas, pai e filho estavam lado a lado. Não importava o mapa, a missão, o placar — o que importava era estarmos juntos. O tempo passou, a vida mudou… E hoje, ao jogar Battlefield 6, senti algo que há muito tempo não sentia: como se o Leo estivesse ali comigo, mais uma vez. Quando o jogo começou e o som dos helicópteros ecoou, meu coração acelerou como antes. Cada detalhe — o vento batendo nos destroços, o brilho das explosões refletindo na água, a imersão total — me fez lembrar dele. E, por um instante, tudo parecia igual aos velhos tempos. Battlefield 6 é mais que um jogo incrível. É uma experiência que toca quem já viveu algo real dentro desses mundos digitais. O novo sistema de classes é impecável, os gráficos são absurdamente lindos, e o desempenho está fluido, estável, vivo. Mas o que realmente me pegou não foi a tecnologia. Foi a emoção. Foi a sensação de estar de volta a um lugar onde deixei parte de mim — e onde reencontrei o Leo, nem que por alguns segundos. Pra muitos, é só mais um Battlefield. Pra mim, é um abraço de volta. É um lembrete de que a conexão que criamos através dos games nunca morre. Que o amor atravessa até mesmo os cabos, as telas, os anos. Obrigado, DICE. Obrigado por me devolver esse sentimento. Por me lembrar que, de alguma forma, o Mighty ainda está jogando ao meu lado. 10/10 — Pela guerra, pela saudade, pela eternidade. There are games we play. And there are games that become a part of who we are. For me, Battlefield was always the latter. It wasn’t just a war game — it was a place where I met my son, Leo. He was “Mighty” — my partner in chaos, the one who laughed when I missed a shot and shouted “Let’s go!” when we captured a flag together. Some fathers and sons go fishing or play soccer. We went to war together — side by side, on digital battlefields filled with explosions, laughter, and teamwork. Time passed. Life changed. And today, when I loaded up Battlefield 6, I felt something I hadn’t felt in years: as if Leo was right there with me again. When the match began and I heard the sound of choppers cutting through the sky, my heart raced just like it used to. Every detail — the wind sweeping across the ruins, the reflections on the water, the chaos that somehow feels alive — it all brought him back to me. For a brief, precious moment, it felt like the old days again. Battlefield 6 isn’t just an amazing game. It’s an experience that touches those of us who once found real connections in these virtual worlds. The new class system is brilliant, the graphics stunning, the performance smooth and flawless. But what truly moved me wasn’t the technology. It was the emotion. It was the feeling of returning to a place where part of my heart still lives — and finding Leo there, waiting for me, controller in hand. For many, it’s just another Battlefield. For me, it’s a reunion. A reminder that the bonds we create through games never really die — that love travels beyond screens, beyond time, beyond life itself. Thank you, DICE. For bringing back not just the war… but the memories. For reminding me that, somehow, Mighty is still out there — playing right beside me. 10/10 — For the battle, for the love, for eternity.