Um retorno espetacular às origens da guerra total??? A intensidade do campo de batalha é avassaladora, com um design de som que te coloca no centro do caos, onde cada explosão e cada bala passando perto te fazem sentir a pressão do combate. Visualmente, o jogo é um espetáculo, com mapas gigantescos ou bem trabalhado e cheios de detalhes com uma destruição de cenário que não é apenas um efeito bonito, mas uma ferramenta tática. Aquele sentimento clássico de correr com seu esquadrão em direção a um objetivo, enquanto tanques trocam tiros e jatos rasgam o céu, está de volta e mais forte do que nunca. A jogabilidade do multiplayer é, sem dúvida, o coração do jogo e onde ele realmente brilha. O retorno a um sistema de classes mais definido foi a decisão certa, trazendo de volta a necessidade de cooperação e estratégia em equipe que andava perdida. Cada partida parece um quebra-cabeça tático, onde escolher entre ser um engenheiro para destruir um tanque inimigo ou um médico para reviver seus companheiros faz toda a diferença. Por outro lado, a campanha, apesar de ter momentos cinematográficos grandiosos, parece apressada e não consegue entregar uma história memorável, servindo mais como um tutorial glorificado para as mecânicas do que uma experiência marcante por si só... desperdício de tempo? No fim das contas, minha experiência com Battlefield 6 é extremamente positiva, focada quase que inteiramente em seu robusto modo multiplayer. Apesar da campanha ser um ponto fraco e descartável, a essência do que faz Battlefield ser especial está intacta e refinada. É um jogo que entende que a verdadeira diversão vem dos momentos não planejados: aquela vitória de virada em um mapa, a destruição de um prédio que muda o rumo da batalha, ou a coordenação perfeita com o esquadrão. Battlefield 6 é o sucessor que os fãs esperavam, uma base sólida que resgata o melhor da franquia e aponta para um futuro promissor.
[b]ISSO É BATTLEFIELD![/b] [b]Primeiras Impressões:[/b] Joguei o beta e já tinha gostado, mas com algumas ressalvas. Agora, depois de algumas partidas no lançamento, posso dizer com segurança: o game melhorou ainda mais em relação à beta — que já era boa. [b]Desempenho:[/b] o jogo está muito bem otimizado — o que é quase um milagre hoje em dia. Está rodando na minha máquina ainda melhor que na beta. Consigo mais de 190 FPS no low (RTX 5060 + Ryzen 7 5700X3D), excelente para quem usa monitores de alta taxa de atualização. [b]Gameplay:[/b] aqui é onde o jogo realmente brilha. A trocação está muito mais polida — armas com menos recoil visual e um feeling geral muito mais satisfatório. O personagem está mais ágil na troca de armas, ao se abaixar, deitar ou levantar. No geral, a movimentação ficou perfeita: um meio-termo ideal entre o ritmo frenético de Call of Duty e o estilo mais cadenciado dos Battlefields clássicos (BF3, BF4). Resultado? Uma gameplay moderna, fluida e com o DNA da série intacto. Claro, há alguns pontos a melhorar — a interface ainda é confusa em certos momentos, há filas longas, a visibilidade do jogo é ruim, crashes ocasionais, demora absurda para upar, bugs de acessórios e de gameplay, além da mecânica de bloom em tiros de longa distância, que continua frustrante às vezes e cadê o little bird?... Mas são detalhes diante dos acertos, e provavelmente serão corrigidos rapidamente pela DICE, ou será que não? Veremos... No fim das contas, esse é um retorno em grande estilo para a franquia. Em uma era em que tantos lançamentos decepcionam, esse aqui realmente surpreende. E por favor, façam o remaster do Cerco a Xangai! [b]Recomendo. 8.2/10[/b] Review atualizada*