este jogo e simplesmente incrivel, sinseramente um dos melhores que ja joguei na vida, porem, tem alguns problemas tipo as vezes qunado sou eliminado e vou jogar novamente eu nao consigo ter a opçao de armas, entao sou obrigado a jogar com uma pistolinha enquanto os cara joga contra mim com uma mp5, entre outras, e é simplesmente terrivel quando isso acontece. As vezes as pessoas são muito boas, e eu sei que é hack, por que tipo, eu não sou ruim, não sou o melhor e tals so que eu tambem nao jogo tao mal ; e os cara fica no teto, eles fica na maldade, eu nao acho que é possivel eu morrer por um cara que eu claramente atirei primeiro e detalhe, na cabeça do individuo, mas o elemento consegue me atirar do mesmo jeito, e mais uma critica, demora milenios para baixar, tipo, e so instalar mano, por que demora tanto, eu pedi a noite inteira pro meu amigo m deixar jogar, e ele passou literalmente, LITERALMENTE uma madrugada inteira e uma manhã inteira tambem jogando gta, mas todos sabem que counter strike 2 é bem melhor do que gta, agora estou esperando a instalação ficar completa e provavelmente só vou jogar depois do almoço, mas estou ansioso, esta demorando mas tudo bem, vai valer a pena por que eu amo esse jogo, e jogar ele com o fone conectado no spotify é uma delicia, enfim, é isso, essa é a minha analise sobre o jogo que eu acabei de escrever enquanto esperava o jogo instalar. Por mais jogos como o counter strike 2...
[h1]Battlefield 6 — A volta do caos organizado[/h1] Battlefield 6 chega parecendo aquele velho amigo que sumiu por uns anos, aprendeu umas coisas novas, mas ainda é o mesmo de sempre. O jogo resgata o que fez a franquia ser o que é: combates massivos, destruição bem dosada e as boas e velhas classes de sempre, Assalto, Suporte, Engenharia e Reconhecimento. Cada uma com sua função clara, nada de especialistas superestilosos com poderes mágicos e personalidades de influencer. É Battlefield com cara de Battlefield. Os combates estão mais intensos e fluidos. A movimentação ganhou naturalidade, o pulo com mergulho, o apoio da arma e a forma como o personagem responde ao ambiente deixam tudo mais orgânico. O “time to kill” é curto, então reflexo conta, e muito. Quem gosta de mapa fechado e ação frenética vai se sentir em casa. (Mas ainda sinto falta dos mapas clássicos e uns mapas mais abertos...) A destruição está no ponto certo. As estruturas cedem, pedaços de parede voam, e cada explosão tem impacto visual e sonoro digno da série. É um espetáculo sem virar o caos total de Battlefield 4. As explosões e os efeitos sonoros estão entre os melhores da franquia, aquele momento em que tudo desaba e você sente a vibração da tela, é puro Battlefield. Falando em som e visual, o jogo é bonito demais. Animações fluídas, texturas detalhadas e um som que te coloca dentro do combate. E o melhor: bem otimizado. Mesmo em setups medianos, o desempenho é sólido, coisa que, sinceramente, faz diferença. Eu até gostei de Battlefield 2042. Tinha ideias boas, mas o jogo se perdeu em conexões ruins, delays e decisões estranhas. Foi frustrante ver algo com tanto potencial travar no básico. Agora, o Battlefield 6 acerta onde 2042 tropeçou. Tudo flui melhor, e o foco voltou para o que importa: trabalho em equipe, trocação intensa e mapas bem pensados. Não é uma revolução, e nem tenta ser. É o clássico Battlefield feito do jeito certo. As novas mecânicas, como o sistema de attachments mais intuitivo e o ritmo ágil das partidas, deixam o jogo moderno sem perder a essência. Nada de skin neon ou especialista com frase pronta; aqui, o destaque é a jogabilidade crua e o campo de batalha dinâmico. A campanha cumpre o papel de introduzir o universo, mas é curta e segura. Serve mais como aquecimento para o multiplayer do que algo memorável. Praticamente um tutorial para você entender o básico do jogo e sentir o que vem por ai. O preço é salgado, sem dúvida, mas o suporte contínuo e o conteúdo gratuito prometido amenizam um pouco. Ao menos é o que a gente acredita. No fim, Battlefield 6 é aquele retorno ao básico que dá gosto de jogar. Não reinventa, não arrisca, mas entrega o que deveria. Depois de tantos tropeços da EA tentando reinventar a roda, às vezes o que a gente quer mesmo é só ver o tanque explodindo do nosso lado e ouvir aquele som inconfundível do caos organizado. Se curtiu, compra ai e te vejo na minha mira...