dota me trouxe os melhores sentimentos e as maiores frustrações da minha vida é um jogo que se vc tiver amigos pra montar um time que nem precisa ser bom no jogo, de mente leve dispostos a jogar serio, pode render horas de diversão. mas pra quem joga sozinho, esse jogo é um pesadelo, não existe logica em toda santa partida cair com pessoas que nem sequer estão dispostas a tentar ganhar a partida, não há diversão, só frustração, pessoas não querem jogar em equipe, cada um entra no mesmo lobby jogando um game diferente, pessoas morrem uma vez é decidem que não vão jogar mais, não adianta conversar, tentar ser amigo, orientar... NADA. os caras pegam a frustração da vida e descontam no jogo. infelizmente sai ano e entra ano, os mesmos cancros de sempre que adoecem o jogo estão no matchmaking, report não adianta de nada ninguém é punido. no fim é melhor fazer o que a gente sempre faz, se frustra com o jogo>passam anos sem jogar>bate saudades do jogo>instala> pensa que o jogo melhorou> lembra por que vc tinha desinstalado>reinicia o ciclo
Na moral, zerei o BF6 e fala sério, quem diz que a campanha é ruim tá viajando kkk. Ela é bem feita, mas passa aquela sensação de estar incompleta, tipo quando você assiste Duna Parte I — termina num baita cliffhanger e parece que falta uma DLC pra completar a história. Eu já imaginava isso antes de jogar, porque a campanha realmente soa como uma introdução, uma “Parte I” de algo maior. A trama é bem amarrada e, por incrível que pareça, reflete bastante a realidade. Muita gente leiga falou que criaram uma organização paramilitar de ex-militares de vários países só pra não ofender ninguém, mas esse negócio de o inimigo ser os próprios de casa é bem real pra quem já tomou a blackpill. Essa narrativa faz sentido — follow the money. A campanha, apesar de boa, deixa um gosto de algo incompleto e não desenvolve tão bem os personagens. Só o Murphy, o líder, tem destaque de verdade — ele aparece em mais missões e o arco dele é bem construído. Os outros soldados, mesmo que você jogue com eles, têm menos presença e acabam sendo coadjuvantes. Esqueci de mencionar, mas o vilão é o ponto fraco. Ele não é ruim, só é meio “nhé”, e por não ser tão bem desenvolvido, o roteiro perde um pouco do senso de ameaça e urgência. Dito isso, pagar R$300 só por uma campanha curta não vale muito a pena, então o ideal é esperar uma promoção. Mas se você curte multiplayer e era fã do BF3 e BF4, pode comprar tranquilo — o jogo lembra muito esses clássicos que colocaram Battlefield entre os gigantes da indústria. Dito tudo isso, a história é bem feijão com arroz, mas muito bem feita. Porém, o cliffhanger no final indica que, se houver continuação, podem rolar dois plot twists que mudem totalmente a visão sobre o primeiro jogo. No geral, nota 8,75. (Nota apenas para o multiplayer: 10/10)