Vamos fazer de conta que a DICE é o Goku. Ela já era um guerreiro poderoso, mas em 2010 despertou o super sayjin, lançou o Bad Company 2, no ano seguinte surpreendeu a todos com o Super Saiyajin 2, no caso o BF 3, e não satisfeita pouco depois veio com o poderosíssimo modo Super Saiyajin 3, o poderoso BF 4. Senhoras e senhores, príncipes e princesas, agora em 2025 estamos diante de Battlefield 6, o Fucking Super Saiyajin 4 da DICE. E isso só foi possivel por que eles não fizeram o jogo sozinhos, eles pediram para que todos nós levantássemos as mãos e mandássemos nossa energia, mas metáforas a parte, foi realmente isso que aconteceu, eles pediram um feedback massivo para a comunidade e fãs, milagrosamente entenderam o que nós queríamos, souberam aplicar, e entregaram um jogo divertido, redondinho, digno dos tempos de gloria dos FPS online. Eles fizeram seu trabalho, fizeram bem, e agora vão mandar um Kamehameha aumentando 10 vezes em nossas carteiras, e ninguém vai reclamar, por que o jogo é bom, é otimo, é um daqueles milagres da industria.
Serei sincero: o CS2 esta impresionante, porém, emocionalmente... ainda não me conquistou. O jogo está perfeito — gráficos belíssimos, som nítido, smokes inteligentes — mas tudo parece excessivamente polido. O CS:GO possuía aquele era mais agradável, mais leve e fluido. Aqui, às vezes, dá a impressão de que estou apenas testando uma engine, em vez de jogar um comp. A movimentação está mais travada, mas a sensação das armas ainda não se conecta com a mão. Parece que a Valve deixou o as opiniões da comunidade fora. Tentou atualizar o clássico, mas deixou de lado um pouco da essência que tornava o CS o CS. Não é ruim — muito pelo contrário. O jogo possui um enorme potencial e é evidente que ele vai se desenvolver. Em resumo: o CS2 é bonito e promissor, mas ainda está tentando recordar o motivo pelo qual nos apaixonamos por ele no passado.