Battlefield 6: O caos em grande escala que só a franquia sabe entregar Battlefield 6 chega reafirmando o que sempre foi o coração da série: o multiplayer em larga escala, explosivo, caótico e incrivelmente divertido. A DICE parece ter escutado os fãs — o jogo traz de volta o ritmo frenético e as batalhas dinâmicas que tornaram a franquia um ícone dos shooters modernos. O primeiro ponto que salta aos olhos é a jogabilidade fluida e responsiva. Os controles estão mais precisos, e a movimentação ganhou um toque extra de velocidade sem comprometer o realismo. As transições entre correr, deslizar, trocar de arma e entrar em veículos acontecem com naturalidade, deixando o jogador sempre no fluxo da ação. Os mapas são outro destaque. Extensos, cheios de rotas alternativas e pontos estratégicos, eles reforçam a sensação de estar em uma guerra viva. Cada partida conta uma história diferente, e o sistema de ambientes destrutíveis continua sendo um espetáculo à parte — ver um prédio desmoronando ou uma ponte ruindo altera completamente o rumo da batalha e mantém o combate imprevisível. A progressão também acerta ao equilibrar recompensa e desafio. O desbloqueio de armas, equipamentos e customizações mantém o jogador engajado por horas, com um sistema de experiência que incentiva o trabalho em equipe sem punir quem prefere agir de forma mais independente. No entanto, nem tudo brilha. A campanha single-player, embora competente tecnicamente, é rasa em termos de narrativa e inovação. Serve mais como um aquecimento para o multiplayer do que como uma experiência marcante por si só — algo que, infelizmente, já se tornou o padrão do mercado entre os grandes shooters contemporâneos. No fim, Battlefield 6 é exatamente o que se espera de um título da série: um espetáculo visual e sonoro, repleto de momentos épicos e caos controlado. Quem busca realismo, destruição e batalhas de escala colossal vai se sentir em casa.
Eu honestamente amei o estilo narrativo desse jogo, a história é cativante e não só mais uma com heróis genéricos ou algo do tipo - o que não me agradou no entanto, é o estilo que eles decidiram impôr ao jogo. - Os quick times events praticamente não afetam nada no jogo, se você errar, você ainda sim vai prosseguir na campanha, o que tira o suspense de errar. - O jogo conta apenas com duas missões de 2000 beter, e eu honestamente gostei, tanto do tutorial como do começo na equipe-Z, contudo, poderiam deixar a campanha como foco e optar por um modo somente de 2000 bet, onde teria a campanha (o foco) e esse novo modo, o que deixaria o jogo ainda mais interessante para quem está hypado para jogar. - O último ponto que não me agrada ao jogo é o lançamento de episódio por semanas, apesar de estar ansioso pro próximo, poderiam liberar o jogo já completo, não que seja algo que eu esteja odiando, apenas que muitos jogadores não gostaram desse tipo de lançamento, mas graças a Deus não é igual a Telltale que simplesmente lançava por meses. Tirando tudo isso, eu amei o jogo, apesar de na data atual terem apenas dois episódios, o estilo narrativo me prendeu, o tipo de história que dá muitas esperanças, apesar dos pontos negativos ainda se tem os bons, e eu espero realmente que não acabem com o jogo e que apliquem um quick time event que realmente afete na gameplay, assim como um modo somente pra 2000 beter, o que seria divertido, não focando apenas na gameplay. Nota; 7/10 (poderia ser um 9 caso o jogo estivesse completo)