Eu sempre joguei Battlefield, conheci a franquia ainda nas épocas de 1942, haviam pessoas que iam em Lan Houses para jogar o saudoso CS 1.6, já eu? Ia com alguns amigos jogar BF1942 e o BF2, então sim, eu conheço a franquia desde tempos remotos, joguei outros como o Bad Company 2, 2142 e aqueles que eu considero como os Magnum Opus da Franquia, eu falo de Battlefield 3 e Battlefield 4, esses em específico moram no meu coração pois eu dediquei horas em meu saudoso PS3, quantas foram as horas de resenha durante a noite jogando mapas icônicos de ambos esses títulos. Eu infelizmente não pude jogar o BFHL, BF1 e BFV, pois seus lançamentos foram justo quando eu estava na faculdade, e como eu estava fodido financeiramente, não podia ter um PS4/PC àquela época. A franquia passou por altos e baixos, e últimamente andou em um baixo horrendo por conta daquela diarréia explosiva do nível Star Wars Acolyte chamada de Battlefield 2042, eu comparo porque tanto o jogo quanto a série, a gente considera como não canônico. Agora você pergunta o porquê de eu ter falado do Battlefield 3 e do BF4? Bom, vamos lá, o BF6 consegue de fato trazer aquele mesmo sentimento de meados de 2013 quando eu passava horas e horas jogando esses jogos com os meus amigos, ele está bem melhor do que o último jogo, trazendo um estilo mais pé no chão para a franquia, é a experiência de Battlefield como a gente espera. O jogo ainda está com alguns bugs, como é de se esperar, problemas de netcode (Chega ser nostálgico!) e registros de acerto, mas é aquele negócio, a gente se sabota a acreditar que isso vai ser solucionado com algum patch aqui e alcolá. Não é o maior dos problemas, se for parar para ver. Algo ainda me preocupa nesse jogo, eu vejo que ele está bom demais para ser verdade, eu espero muito que a EA não toque sua mão poder mais ainda nesse jogo, ao ponto de ele acabar virando um "clusterfuck" de coisas pagas e bullshit de temporada, que mesmo você estando com a porra do "muh premium" acabe tendo que pagar por algo dentro dele. Do resto? O jogo de fato está bom e compensa.
Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.